sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Fala-me de um tempo construído, onde o vento desenhe nos cabelos, búzios de um mar navegado entre redemoinhos de ouro, abismos de dragões e fogo.
Fala-me de um tempo construído, onde a terra desenhe sementes de mãos golpeando o fruto de todas as árvores.
Fala-me de um tempo construído, onde o amor desenhe na dureza dos granitos e leveza dos voos.
Fala-me de um tempo construído, onde a música desenhe ternura na nudez firme dos corpos.
Fala-me de um tempo construído e dou-te o rosto ao beijo e o corpo à volúpia das mãos.
• A Poesia da Sombra nº13, técnica mista sobre tela, 110 x 81 cm, 2005
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